Os delírios de consumo de Becky Bloom

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O blog ainda está um pouco abandonado, eu sei, mas espero que vocês entendam e continuem gostando do Espaço da Mila, hehe! Uma coisa boa já tem me acontecido, minha rotina está mudando lentamente, mas já consegui mudar alguns hábitos. Um outro motivo pelo qual fico ausente são as provas e trabalhos da faculdade, aliás, é sobre isso o post de hoje.

O professor de Economia nos pediu para assistir ao filme “Os delírios de consumo de Becky Bloom”, a fim de criar um debate sobre consumismo em sala de aula. Sei que o filme já é bem conhecido, e os livros (de Sophie Kinsella) nos quais foi inspirado, também, mas eu consumista ainda não tinha assistido ao filme e nem li os livros.


Na última sexta-feira, as amigas e eu nos reunimos em casa para assistir ao tal filme. Olha que tarefa de faculdade difícil, né!? Hahaha! É o tipo de filme que eu adoro, aquele com coisas de mulher, um romance e um pouco de comédia! Sim, demos boas risadas com o filme!



Rebecca Bloomwood é uma jornalista, que vive em Nova York, e é uma viciada em compras. Não consegue resistir às vitrines das lojas e acaba comprando muita coisa por impulso.  Suas compras sempre ultrapassam o valor de seu salário, o motivo pelo qual ela vive fugindo dos cobradores de dívidas. Apesar de ser muito consumista, Becky não é um tipo de patricinha. Ela não tem sua própria casa, mora com uma amiga que está prestes a se casar e após perder seu emprego corre em busca do sonho de infância de trabalhar em uma famosa revista de moda. Ela não consegue o tão sonhado emprego, mas consegue uma vaga como colunista em uma revista de economia, onde trabalha o editor Luke Brandon e fica conhecida como “a garota da echarpe verde”. Imaginem o esforço de Becky ao escrever sobre um assunto o qual ela, em seu cotidiano, não consegue dominar?
Em um momento da história, Becky precisa entender que o consumismo não tem feito bem a ela e é muito legal ver que ela realmente se esforça pra mudar a situação. Com muito humor ela tenta ignorar os manequins nas vitrines das lojas, mas acho muito legal quando ela descreve o que sente quando faz uma nova compra.
 Enfim, ao final do filme podemos tirar algum proveito para a nossa vida, como pensar na diferença entre custo e valor das coisas, pensar se realmente precisamos daquilo que estamos prestes a comprar por impulso e todo aquele blá,blá,blá sobre consumismo.

Não preciso nem dizer que gostei do filme e que recomendo, né!!! Ainda é terça, mas fica a dica para o fim de semana


*PS: Na quinta-feira, dia 6, é meu aniversário e eu prometo que tentarei postar, ok! E ainda tenho uma novidade para contar! Beijos!!!

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