Água para elefantes

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Comentei no último post sobre dicas de dois filmes que assisti recentemente. Hoje vou falar sobre um deles. Em um fim de semana sem nada para fazer (além de me estressar com a faculdade), tive a sorte de ter os canais Telecine liberados aqui em casa e consegui assistir ao filme Água para elefantes.
Já tinha visto os cartazes desse filme e o livro (ainda não li), mas só fiquei na curiosidade e nem sabia do que se tratava a história.



Água para elefantes é uma história passada na época da Grande Depressão, nos Estados Unidos, em 1930. O jovem estudante de veterinária, Jacob Jankowski (Robert Pattinson), estava prestes a fazer os exames finais da faculdade, quando recebeu a notícia de um grave acidente, que matou seus pais. Órfão, sem casa, sem condições financeiras de continuar a faculdade, ele se vê sem esperanças, até que decide embarcar clandestinamente em um trem, que levava o Circo dos Irmãos Benzini, comandado pelos métodos agressivos de August (Christoph Waltz), e que tem como principal atração, a encantadora de cavalos Marlena (Reese Whiterspoon), esposa do dono.

Jacob se apaixona por Marlena, mas logo percebe que não será nada fácil viver esse triângulo amoroso, já que Marlena se sente presa ao marido, que demonstra por várias vezes um comportamento, que vai da cordialidade ao brutalismo, em questão de segundos. A elefanta Rosie é uma personagem secundária, mas que me emocionou bastante. O desfecho do filme é bem previsível e poderia até decepcionar pela expectativa de algo diferente, mas é cheio de emoção, principalmente pela narração do velho Jacob Jankowski (Hal Holbrook).

Como já devem ter percebido, eu sou louca por histórias melosas, românticas e coisas do tipo. Sou dessas que chora, se imagina como personagem da história, e cria sonhos a partir disso, hehe! A história de Água para elefantes é muito linda, porém nada surpreendente como cheguei a imaginar. Não tem nada fora do comum. Gostei muito, e, claro, chorei em alguns momentos. A fotografia do filme é linda.

A atuação do trio de atores protagonistas, Reese Whiterspoon, Robert Pattinson e Christoph Waltz foi boa, mas senti falta de alguma coisa. Me tornei fã de Waltz quando assisti Bastardos Inglórios, e cada filme dele que assisto, me faz admirá-lo ainda mais, apesar do estereótipo de vilão  que tem predominado. Pattinson me fez esquecer um pouco de seu lado vampiro pálido e brilhante de Crepúsculo, e com esforço nítido mostrou uma atuação um pouco diferente, porém pouco convincente, mas ainda gosto dele. Também gosto de Reese Whiterspoon, mas acho que nesse filme faltou espaço para demonstração de seu potencial como atriz.



O filme tem uma história muito linda, que me emocionou bastante. Uma história de um amor quase impossível, embalado pelo clima circense e pelo amor aos animais.



Até mais pessoal!

xoxo


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2 comentários

  1. Eu vou confessar que considerava o tal Pattinson um péssimo ator, devido à atuação dele em Crepúsculo. Mas me surpreendi, ele atua bem, é bem dramático... gostei até. Mas, assisti mesmo por conta do Christoph Waltz... esse cara é bom demais, putz!
    ps: tava vendo nos posts relacionados que tu também foi na expo do Romero Britto que teve aqui em Ubatuba... achei engraçado que nós gostamos quase das mesmas coisas, e fotografamos quase as mesmas também, hauhaahu!
    Beijo!

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  2. @Mulher Vitrola Pois é, eu gosto do Rob Pattinson, mas como ator prefiro o Christoph Waltz, ele é muito bom mesmo!

    Ah, eu sempre gostei do Romero Britto e adorei a exposição.
    Hahaha, engraçado mesmo gostarmos e fotografarmos quase as mesmas coisas! Qualquer dia a gente se encontra por aí, em Ubatuba, fotografando as mesmas coisas! hehe
    Beijo!

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